A senhora Frola e o senhor Ponza, seu genro (conto de Pirandello que deu origem ao livro “Assim é (se lhe parece)”, objeto de discussão da Literatura Comentada do CEPP dia 19/11/2011

Mas, em suma, – não lhe parece? – é para enlouquecer o não poder saber, com certeza, qual dos dois seja o louco, se esta senhora Frola ou este senhor Ponza, seu genro. Coisas que só acontecem em Valdana, cidade infeliz, perdição de todos os estrangeiros excêntricos. Ela ou ele; não há por onde fugir; um dos dois deve ser louco, por força. Trata-se, nada mais, nada menos que disto… Mas… é melhor começar pelo princípio, por ordem.

Confesso-lhes que me magoam seriamente os sobressaltos em que vivem, há três meses, os habitantes de Valdana, e pouco se me dá da Sra. Frola e do Sr Ponza, seu genro. Porque, se é verdade que uma grande desgraça pesa sobre eles, não é menos verdade que um dos dois, ao menos, teve a ventura de enlouquecer, no que, aliás, foi acompanhado e auxiliado pelo outro e de tal forma que – repito – não se consegue saber qual dos dois é realmente o louco. Aí está, sem dúvida, um consolo original, o melhor de quantos poderiam conseguir. Mas eu pergunto: Os senhores acham que é pouco trazer uma população inteira sob a ameaça deste incubo? Sem que ela possa, devido a uma completa perturbação do juízo, distinguir entre a fantasia e a realidade? É uma angústia, uma aflição. Cada habitante vê, todos os dias, aparecer, à sua frente, aqueles dois; observa-os, examinaos e, nada! Não consegue descobrir qual seja; onde está a fantasia, onde está a realidade. Nasce, naturalmente, no espírito de cada um a suspeita perniciosa de que tanto vale a realidade como a fantasia, e que, por conseguinte, toda realidade pode muito bem ser uma fantasia e vice-versa. Os senhores acham que é pouco? Eu, por mim, se estivesse na pele do senhor prefeito e a bem da saúde de espírito dos habitantes de Valdana, expulsava, antes de mais nada, a senhora Frola e o senhor Ponza, seu genro.

Mas comecemos pelo princípio, por ordem. Este tal senhor Ponza chegou a Valdana, vai fazer agora três meses, como secretário da prefeitura. Tomou aposentos no casarão novo, que fica logo à saída da vila, e a quem chamam “Il Favo”. Um apartamento no último andar. Três janelas abertas sobre a campina, muito altas, muito tristes (porque a fachada de lá, aberta para o poente, todos aqueles hortos pálidos, apesar de nova, entristeceume muito) e três janelas internas, do lado de cá, sobre o pátio, por onde corre o balaústre da varanda, dividido por tabiques de grades. Nesse balaústre pendem muitos cestos pequenos, prontos para serem puxados de uma corda, em caso de necessidade.

Ao mesmo tempo, porém, e com grande espanto de todos, o senhor Ponza alugou no centro da cidade, precisamente na Rua dos Santos n. 15, outro apartamento mobiliado, composto de três quartos e cozinha. E disse que era para a sua sogra, senhora Frola. Esta chegou, de fato, cinco ou seis dias depois. O senhor Ponza foi, sozinho, esperá-la à estação e conduziu-a para ali,onde a deixou, sozinha.

Compreende-se que uma filha, casando, deixe a casa da mãe para ir viver com o marido, mesmo que seja noutra cidade; mas que esta mãe, depois, não podendo suportar a ausência da filha, abandone a sua cidade, a sua casa e vá procurá-la e que, na cidade onde tanto a filha como ela são forasteiras, vá morar numa casa à parte, é o que não se compreende muito facilmente; ou, então, deve-se admitir que entre a sogra e o genro exista uma incompatibilidade tão grande que torna realmente impossível a convivência, ainda mesmo nestas condições.

Foi isso, naturalmente, o que, a princípio, se supôs em Valdana. E quem com isso saiu perdendo no conceito de todos foi, evidentemente, o senhor Ponza. Quanto à senhora Frola, ainda que alguém lhe quisesse reconhecer alguma culpa, ou por falta de tolerância, ou por causa de uma ou outra teimosia, o certo é que a todos comoveu o amor materno que a arrastava para perto da filha, condenada como estava a não poder viver junto dela.

O que em grande parte contribuiu para esta consideração pela senhora Frola e para o conceito que do senhor Ponza logo se firmou no espírito de todos – isto é, que fosse mau e cruel – foi também, verdade seja dita, o aspecto de ambos. Baixo, sem pescoço, negro como um africano, com espessos e grossos cabelos sobre a fronte pequena, densas e ásperas sobrancelhas unidas, grandes e luzentes bigodes de policial, e nos olhos profundos, fixos, quase que só pupilas, uma intensidade violenta, exacerbada, dificilmente contida, não se sabe se de tétrico pesar, se de despeito pela vida alheia, o senhor Ponza não fora feito, certamente, para conquistar simpatia e confiança. A senhora Frola é, ao contrário, uma velhinha pálida, graciosa, desde a nobreza dos seus traços finos até o seu ar melancólico, mas de uma melancolia sem peso, vaga e gentil, que não exclui a afabilidade para com todos.

Ora, desta afabilidade, que é natural na sua pessoa, a senhora Frola deu logo provas na cidade, tendo feito crescer, no espírito de todos, a aversão pelo senhor Ponza. E isto porque apareceu, a cada um dos habitantes, a índole dela, não só meiga, conformada, tolerante, mas ainda cheia de indulgente compaixão pelo mal que lhe faz o genro; e ainda porque se conseguiu saber que ao senhor Ponza não basta o relegar para uma casa à parte aquela pobre mãe, senão que leva a sua crueldade ao ponto de lhe impedir que visite a filha.

Crueldade? Não, não, protesta imediatamente a senhora Frola nas suas visitas às senhoras de Valdana, estendendo as maozinhas pálidas, e verdadeiramente receosa de que se possa pensar isso a respeito do genro. E se apressa em decantar-lhe todas as virtudes, a dizer dele todo o bem possível e imaginável; a dizer do amor, dos cuidados, das atenções que ele não só dispensa à filha como também a ela, sim, a ela também; e, além de tudo, solícito, desinteressado… Ah, cruel, não, pelo amor de Deus! O que se dá é apenas o seguinte: o senhor Ponza quer a mulherzinha toda para si, ao ponto de exigir que, mesmo o amor que ela deve dedicar à mãe, o dedique indiretamente, por meio dele, através dele… Eis tudo. Sim, tem razão, a princípio pode parecer crueldade, mas não é; é coisa bem diferente, é uma coisa que ela, a senhora Frola, compreende mas não sabe explicar. Temperamento? Não. É uma espécie de doença… como dizer? Meu Deus, basta olhar para os olhos dele! À primeira vista causam péssima impressão; mas para quem, como ela, sabe ler neles, quantas coisas dizem! Dizem tudo: dizem de um mundo de amor, todo encerrado no seu íntimo, e onde a mulher deve viver sem nunca sair, nem um instante sequer, e no qual ninguém, nem mesmo a mãe, deve penetrar. Ciúme? Talvez; desde que se queira definir vulgarmente a plenitude exclusiva desse amor. Egoísmo? Mas um egoísmo que se dá todo, como um mundo, à própria esposa. Egoísmo, no fundo, seria talvez o dela querendo penetrar nesse mundo fechado, de amor, e nele introduzir-se à força, não obstante saber que a filha é feliz, sendo tão adorada… Para uma mãe é o quanto basta! De resto, não é verdade que não veja a filha. Duas ou três vezes por dia, ela a vê; entra no pátio da casa; toca a campainha e imediatamente a filha aparece lá em cima, à janela.

Como estás Tildinha?

Muito bem, mamãe, e tu?

Como Deus quer, minha filha.

Vamos, faze descer o cesto!

E no cesto, num pedaço de papel, sempre duas ou três palavras, com notícias do dia. Aí está. E é o quanto lhe basta. Isto há quatro anos, e a senhora Frola já se conformou e habitual com essa vida. Resignou-se. E quase que não sofre mais.

Como é fácil perceber, a resignação da senhora Frola, o hábito do martírio, que ela diz ter adquirido, redundam em prejuízo ao senhor Ponza, seu genro, quanto mais ela, com as suas longas conversas, se cansa em desculpá-lo. Com verdadeira indignação, portanto, e também com uma ponta de medo, as senhoras de Valdana, que receberam primeiro a visita da senhora Frola, acolhem, no dia seguinte, o aviso de outra visita inesperada, a do senhor Ponza, que lhes pede que concedam apenas dois minutos de audiência, para uma “declaração imperiosa”, se não lhes causa incômodo. Com o rosto afogueado, quase congestionado, com os olhos mais duros e mais tétricos que nunca, com um lenço que, de tão branco, realça tremendamente, bem como os punhos e o peitilho da camisa, sobre o preto da pele, dos cabelos e da roupa, o senhor Ponza, enxugando a todo instante o suor que lhe escorre da fronte e das faces, não tanto pelo calor como pelo esforço que faz sobre si mesmo, e devido ao qual até as mãos grandes, de unhas compridas, lhe tremem; neste ou naquele salão, diante daquelas senhoras que o olham, quase aterrorizadas, pergunta, antes de tudo, se a senhora Frola, sua sogra, as visitou no dia anterior; depois, com esforço, com agitação sempre crescente, pergunta se ela lhes falou da filha e se disse que ele a proíbe, absolutamente, de vê-la e de entrar em sua casa.

As senhoras, vendo-o tão agitado, se apressam, como é fácil de imaginar, em responder-lhe que a senhora Frola lhes falou, de fato, dessa proibição, mas que, ao mesmo tempo, disse dele todo o bem possível e imaginável, chegando mesmo a desculpá-lo, e, ainda mais, a não lhe reconhecer a menor sombra de culpa por causa disso.

Mas eis que, ao invés de se acalmar, ante as respostas, o senhor Ponza se agita ainda mias; os olhos se lhe tornam ainda mais duros, mais fixos, mais tétricos; as enormes gotas de suor mais abundantes; e por fim, fazendo um esforço ainda mais violento sobre si mesmo, formula a sua “declaração imperiosa”. E que é, simplesmente, a seguinte: que a senhora Frola, coitadinha, não parece, mas é louca.

A sua loucura data de 4 anos. E consiste, exatamente, em fazer crer que ele não lhe deixa ver a filha. Que filha? Morreu, há 4 anos, a filha; e a senhora Frola, de tanta dor que esta morte lhe causou, enlouqueceu. Enlouqueceu, sim, e por felicidade, porquanto a loucura foi, para ela, a consolação da dor desesperada. Naturalmente não a teria de outro modo suportado, senão assim, isto é, supondo que sua filha não morreu e que é ele, ao contrário, seu genro, que não lha quer deixar ver mais.

Por um simples dever de caridade para com uma infeliz, ele, o senhor Ponza, alimenta, há 4 anos, a custo de sacrifícios, essa piedosa loucura: mantém, com uma despesa superior às suas forças, duas casas: uma para si, outra para ela; e obriga a sua segunda mulher, que a isso se presta, felizmente, a alimentar também aquela loucura. Mas caridade, dever, vão até certo ponto: mesmo porque, devido à sua qualidade de funcionário público, o senhor Ponza não pode permitir que se suponha, na cidade, esta coisa cruel e inverossímil: que ele, por ciúme ou coisa que o valha, impeça a pobre mãe de ver a própria filha. Isto posto, o senhor Ponza se inclina diante das senhoras estupefatas, e se retira. Mas essa estupefação ainda não se desfez, e eis que aparece, de novo, a senhora Frola, com seu arzinho meigo de vaga melancolia, pedindo desculpas se, por sua causa, aquelas boas senhoras se assustaram com a visita que lhes fez o senhor Ponza, seu genro.

E a senhora Frola, com a maior simplicidade e naturalidade do mundo declara, por sua vez, mas debaixo da maior reserva, pelo amor de Deus! porquanto o senhor Ponza é um funcionário público e, exatamente por causa disso se absteve de dizê-lo, na primeira vez, visto como isso poderia prejudicá-lo seriamente na carreira: o senhor Ponza, coitadinho – ótimo, ótimo, meticuloso secretário da prefeitura, exato, preciso em todos os seus atos, em todos seus pensamentos, cheio de tantas qualidades boas – o senhor Ponza só não regula num ponto… O louco é ele, coitadinho; e a sua loucura consiste exatamente nisso: em acreditar que sua mulher morreu há 4 anos e em ir espalhando que ela é que é a louca, a senhora Frola, que ainda acredita que a filha está viva. Não, não é para pretextar engenhosamente, aos olhos dos outros, o seu ciúme quase maníaco e aquela proibição cruel; não; ele acredita seriamente que a mulher morreu e que esta, a que vive com ele, é uma segunda mulher. É um caso dolorosíssimo! Porque, em verdade, com seu excessivo amor, este homem correu, primeiro, o risco de destruir, de matar a sua mulher, jovem e delicada, tanto assim que foi preciso tirá-la dele às escondidas, e interná-la, sem que ele o soubesse, numa casa de saúde. Pois bem: o coitadinho, a quem aquele amor exagerado já havia alterado o cérebro, enlouqueceu; acreditou que a mulher tivesse morrido de verdade;e esta idéia se fixou de tal modo que não foi mais possível dissuadi-lo, nem mesmo depois que de novo lhe apresentaram a esposa, um ano mais tarde, mas formosa como sempre. Julgou que fosse outra; tanto que foi preciso, com o auxílio de parentes e amigos, simular um segundo matrimônio, que lhe devolveu plenamente o equilíbrio das faculdades mentais.

De uns tempos para cá, porém, a senhora Frola tem algumas razões para suspeitar que o seu genro tenha caído em si mesmo, e que esteja fingindo, unicamente fingindo acreditar que a sua mulher é uma segunda mulher, a fim de a possuir toda para si, sem contato com ninguém, porquanto, talvez de quando em quando lhe volte o receio de que lha possam roubar de novo, às escondidas.

Não pode ser outra coisa. Do contrário, como explicar todos os cuidados, todas as atenções que ele lhe dispensa, a ela, sua sogra, dada a hipótese de que ele ainda acredita que é, de fato, uma segunda esposa a que possui? Não se sentiria obrigado a ser tão atencioso para com uma mulher que, a ser assim, teria deixado de ser sua sogra, não é verdade? E não é para provar – note-se bem! – que o louco é ele, que a senhora Frola diz isso tudo; é, de preferência, para se convencer, a si mesma, de que as suas suspeitas são fundadas.

No entanto, conclui com um suspiro – no entanto a pobre da minha filha deve fingir que não é ela, que é outra; e também eu sou obrigada a fingir-me de louca, acreditando que minha filha está viva ainda. Custa-me pouco, graças a Deus, porque ela aí está, cheia de vida e saúde; vejo-a, falo-lhe; mas estou condenada a não viver com ela, a vê-la e a falar-lhe de longe, só para que ele possa crer, ou finja crer que a minha filha, Deus que a livre! está morta e que a que vive com ele é uma segunda mulher. Mas, repito, que me importa isso, se desse modo conseguimos viver em paz? Sei que minha filha é amada e feliz; vejo-a, falo-lhe e me resigno, por amor de ambos, a viver assim e a ser tida também por louca, minha senhora…

Enfim, paciência…

Pergunto: não lhes parece que em Valdana todos têm razão de andar assombrados, boquiabertos, e de se olhar, uns aos outros, como insensatos? Quem é o louco? Dos dois, em quem acreditar? Onde está a realidade? Onde a fantasia?

Só a mulher do senhor Ponza é que no-lo poderia dizer. Mas não se lhe pode dar crédito, porque, diante dele, confessa que é sua segunda mulher, e diante da senhora Frola confirma ser sua filha. Seria preciso chamá-la à parte e exigir que dissesse, francamente, a verdade. Isto, porém, é impossível. O senhor Ponza – seja ele ou não o louco – é realmente ciumento e não mostra a mulher a ninguém. Conserva-a lá em cima, como numa prisão, debaixo de sete chaves; e este fato depõe, sem dúvida, em favor da senhora Frola; mas o senhor Ponza confessa que é obrigado a proceder assim, e que é a sua própria mulher que lho impõe, com medo que a senhora Frola lhe entre em casa, de surpresa. Pode também ser uma desculpa. Acrescente-se ainda que o senhor Ponza não tem nenhuma criada. Diz que o faz por economia, visto ser forçado a pagar o aluguel de duas casas; e que se sujeita a fazer, por si, a despesa diária; e que a sua esposa que, no seu dizer, não é filha da senhora Frola, se sujeita também, por piedade à sogra do marido, a cuidar de todos os serviços caseiros, mesmo os mais humildes, privando-se do auxílio de uma criada. Isto parece excessivo a quase todos. Em todo o caso, é também verdade que este estado de coisas pode ser explicado, se não pela piedade, pelo ciúme dele.

Todavia, o senhor Prefeito de Valdana contentou-se com a declaração do senhor Ponza. Como quer que seja, porém, o depoimento e o procedimento deste não depõem em seu favor, ao menos perante as senhoras de Valdana, mais inclinadas, quase todas, a dar fé à senhora Frola. Esta, de fato, lhes vem mostrar, solicitamente, todas as cartinhas que deita no cesto para a filha, e outros muitos documentos, aos quais, porém, o senhor Ponza pede que não dêem crédito, dizendo que foram deixados com ela a fim de contribuir com o piedoso engano.

Uma coisa, porém, é certa: ambos demonstram, um pelo outro, um admirável espírito de sacrifício, bastante comovedor; e que cada um tem pela presumida loucura do outro a consideração mais encantadoramente piedosa. Ambos raciocinam, magnificamente; tanto assim que, em Valdana, jamais passaria pela cabeça de quem quer que fosse a idéia de que um deles fosse louco, se eles mesmos não o tivessem dito: o senhor Ponza a respeito da senhora Frola, e a senhora Frola a respeito do senhor Ponza.

A senhora Frola vai, quase sempre, à Prefeitura, visitar o genro e pedir-lhe algum conselho, quando não o espera à saída para que ele a acompanhe em suas compras; e também, muitas vezes, por seu turno, à noite, nas horas vagas, o senhor Ponza vai visitar a senhora Frola, no apartamento mobiliado; e toda a vez que ambos se encontram, casualmente, na rua, com a maior cordialidade continuam andando juntos; ele lhe dá a direita e, se ela se cansa, lhe estende o braço, e vão assim, juntos, entre o despeito surdo e o espanto e a consternação do povo que os estuda, examina, observa e, nada! Ainda não consegue, de modo algum, compreender qual dos dois é o louco, onde está a fantasia, e onde a realidade.

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