A maldição familiar de Édipo: do castigo de Laio ao desejo decidido de Antígona

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Conhecido por seu parricídio e por sua relação incestuosa com a mãe, Édipo inspirou e ainda inspira muitos poetas e pensadores. Eternizado na peça Édipo Rei, escrita por Sófocles em 427 a.C. e considerada por Aristóteles o mais perfeito modelo de tragédia, Édipo ganhou ainda mais notoriedade através do pai da psicanálise, Sigmund Freud, que enxergou no mito o paradigma fundamental da entrada do ser humano na família e na cultura. Venha conhecer um pouco mais das maldições da família de Édipo através de um bate papo com o psicanalista Humberto Oliveira que narrará os principais acontecimentos da saga edípica recuperando também histórias de alguns de seus antepassados e descendentes. A narrativa se baseará em peças importantes de Sófocles (Édipo Rei, Édipo em Colono e Antígona), como também de seus contemporâneos Ésquilo (Os sete contra Tebas) e Eurípides (As Bacantes e As Fenícias). Também guiará a conversa algumas passagens do poema Teogonia, de Hesíodo, e verbetes do Dicionário de mitologia grega e romana escrito por Mário da Gama Kury, obras que nos ajudarão a conhecer um pouco da genealogia familiar do herói grego. A conversa será ainda inspirada pela hospitalidade e apoio do Centro de Estudos e Pesquisa em Psicanálise (CEPP Vale do Aço) e pela Filó Incubadora Cultural, que sediará o encontro. Sendo Édipo descendente de Dionísio, deus do vinho e do teatro, um bom vinho também não pode faltar. Não perca esse encontro! As vagas são limitadas, faça já sua inscrição gratuita pelo telefone 3824-2499 (de 13h às 19h). Mais informações no folder em anexo. Inscrições a partir de segunda, dia 11/6.

 

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Tardes Clínicas

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Seminário: As Máscaras do Sintoma e os Circuitos do Desejo

Scan arte seminario 4A proposta do seminário As Máscaras do Sintoma e os Circuitos do Desejo é o estudo sobre a dialética da demanda e do desejo na clínica psicanalítica.

Lacan (1957-1958), no Seminário livro 5, As formações do Inconsciente, localiza que foi sempre um desejo inconsciente o que essencialmente Freud descobriu na escuta dos sintomas de seus pacientes. Foi essa a novidade surpreendente que Freud revelou no final do século XIX, em sua escuta clínica e pela leitura de seus próprios sonhos.

Porém, para a psicanálise esse não é um conceito simples de apreender. A partir da experiência clínica constatamos que o desejo humano não está diretamente implicado numa relação pura e simples com o objeto que o satisfaz. O que percebemos é o “(…) caráter vagabundo, fugidio e inapreensível do desejo. Ele escapa à síntese do eu, (…). Embora seja sempre eu quem desejo (…).” (332).

A maneira como o desejo manifesta-se nos sintomas evidencia que ele faz circuitos, liga-se a alguma coisa que é sua aparência, para dizermos a palavra exata, sua máscara.

Para o presente estudo, tão relevante para a prática clínica, retomamos pesquisas realizadas por Freud, Lacan e Jacques Allan Miller. Será um prazer percorrer estes circuitos com vocês!

                             Cassia Túlio, Juliana Andrade, Simone Welling

O CEPP DIZ NÃO AOS RETROCESSOS!

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Desvio Cultural

O Cepp parabeniza os artistas que se prontificaram a fazer resistência aos retrocessos conservadores que ameaçam as artes. Se os artistas precedem o psicanalista, como reconheceram Freud e Lacan, é justamente porque sabem escutar a subjetividade de seu tempo, algo que necessita de ampla liberdade e coragem. Por isso apoiamos e divulgamos o Desvio Cultural a acontecer na cidade de Ipatinga dias 8 e 9 de dezembro.

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VII Jornada de Psicanálise do CEPP

A VII Jornada do CEPP está chegando e a Programação está imperdível!

Garanta já a sua vaga e participe dessa importante discussão.

Cópia de Escutar a cidade

VII Jornada de Psicanálise do CEPP

Cidade

Retomada de um espaço subjetivo coletivo;
Desenvolver o espaço público para gente;
As relações da cidade com um monte de coisas;
Ações com questões simbólicas da cidade com acesso aos bens culturais;
Projeto estético cultural e político;
Olhar a cidade pelo olhar do outro;
Expandir os significados das coisas, abrir questões;
Re-significar os espaços urbanos;
Arte pública;
Lidar com um lugar / com o outro;
Não lugares “Marc Augê”;
Malha viária;
Espaços lisos;
Tecido urbano;
Outros espaços “Michel Foucault”- O Espaço está contaminado com essa relação de poder;
A cidade líquida – fluida
Inter-territorialidade;
Paisagens sonoras;
A cidade e antes de mais nada um imã (um campo magnético que atrai, reúne e concentra os homens);
A cidade como escrita;
A cidade política;
A cidade como mercado;
A cidade do capital;
O ar da cidade liberta;
A cidade que separa (segregação urbana);
Cidade e indústria;
Experiência urbana fluxo e mobilidade – o espaço transformado em lugar de passagem;
A rua e o lugar da vida coletiva;
A cidade como uma grande malha: remendada, desordenada…

Poesia do Diário de Bordo da Hibridus Dança
Fotografia Hibridus Dança

 

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VII Jornada de Psicanálise do CEPP

Leia na “Revista de Psiquiatria & Psicanálise: Crianças & Adolescentes” artigo do nosso conferencista, Marcelo Bizzotto Pinto, sobre sua experiência na Antenne 110, instituição francesa fundada pelo pelo psicanalista Antonio di Ciaccia.

O artigo “Dispositivos clínicos na prática entre vários profissionais” evoca o trabalho psicanalítico de Marcelo na instituição a partir da prática entre vários e aborda a importância da particularidade de cada caso para a construção de dispositivos clínicos que favoreçam o tratamento de crianças, sobretudo as autistas, em saúde mental.

O texto está disponível no Volume 8 da Revista, número 14, de 2010.

 

http://fhemig.mg.gov.br/index.php/docman/Publicacoes-3/Publicacoes_Institucionais/767-revista-psiquiatria-psicanalise-cepai/file

 

 

 

VII Jornada de Psicanálise do CEPP

NOVIDADE 📣📢📣📢

Em parceria com a livraria e editora Savassi Scriptum, teremos exemplares de livros à venda durante a VII Jornada de Psicanálise do CEPP. Confiram alguns títulos que estarão disponíveis durante o evento.

Programação VII Jornada de Psicanálise do CEPP

 

Programação VII Jornada de Psicanálise do CEPP

8h: Credenciamento

8h30: Abertura:
Fala do coordenador – Beto Oliveira
Participação Cultural: Intervenções “Hibridus Dança”

9h15: Mesa I – Escutar A Cidade
a. A LÓGICA DO CONDOMÍNIO E A ATROFIA DO LAÇO SOCIAL – Keith Boy Junior
b. AS CIDADES DE CADA UM: GEOGRAFIA E ESCRITA – Cássia Túlio
c. O INCONSCIENTE É A CIDADE – Loren Costa
Coordenadora: Cristina Abrantes

10h30: Conferência: A psicanálise na Cidade
Marcelo Bizzotto Pinto
Psicólogo pela PUC-MG e Mestre em Psicologia pela UFMG.
Coordenador: Beto Oliveira

12h00: Intervalo para Almoço (Grande Hotel)

13h15: Intervenção Cultural

13h45: Mesa II Ocupar-se da Polis
a. O QUE NOS TORNA PARCEIROS – Camila Mendonça et al.
b. O TRABALHO COM JOVENS NO TERRITÓRIO: UMA SAÍDA POSSÍVEL – Fernanda Gulart Feliciano e Martha Florença de Souza Coridola
Coordenadora: Marília Moreira

14h30 Entrevista: Juliana Correa entrevista o sociólogo Cláudio Letro e o grupo “Hibridus Dança”

15h15 Café

15h45 Mesa III A instituição na cidade
a. O PSICANALISTA NO SOCIOEDUCATIVO: OCUPAR-SE DO RESTO, RESGATAR A PALAVRA – Marcela Fernanda
b. ESTUDO DE CASO – Chrystian Stocler
c. UM LUGAR CHAMADO TAMBÚ – Marília Moreira
Coordenadora: Patrícia Guedes

16h30 Conversação

17h15 Encerramento

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